sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
amigo secreto
sábado, 1 de dezembro de 2007
Canção sertaneja
versão melhorada:
canção sertaneja
Uma canção sertaneja
é aquela que seja o eterno luar
é um amor é uma feira
é gente querendo estar em outro lugar
é como o dia seguinte
as coisas que a gente quer eternizar
primeiro amor
céu de verão
luzes de um belo olhar
tempo de espera,
de gestação,
vida ,
fecundação
carro de boi
cheiro de chão
mato pra capinar
faz ver na terra
as zonas rurais
sons cores matagais
Uma cançaõ sertaneja é aquela que seja o eterno luar
é um amor é uma feira
é gente querendo estar noutro lugar
é como o dia seguinte
as coisas que a gente quer eternizar
primeiro amor
céu de verão
luzes de um belo olhar
tempo de espera, vida fecundação
carro de boi
cheiro de chão
mato pra capinar
e um lobisomem sempre disposto a nos amedrontar
Uma cançaõ sertaneja é aquela que seja o eterno luar
é um amor é uma feira
é gente querendo estar noutro lugar
é como o dia seguinte
as coisas que a gente quer eternizar
primeiro amor
céu de verão
luzes de um belo olhar
tempo de espera, de gestação, vida, fecundação
carro de boi
cheiro de chão
mato pra capinar
e um lobisomem sempre disposto a nos amedrontar(intérprete Marialice, No mundo a passeio, 1997, disponível em mp3)
em campanha
O Telecóspio fez programa histórico com Ricardo Barbará da Costa Lima, ex-prefeito e auto declarado candidato às eleições municipais de 2008.
Nota 10 para o Guilherme Hungria, que, atrás da escrivaninha do novo ambiente de estúdio, conduziu a entrevista de maneira animada, fazendo perguntas chaves ao Ricardo Barbará, tipo aquelas que-todo-mundo-quer-saber.
O que ele está fazendo hoje. Se é mesmo candidato a prefeito nas eleições municipais de 2008 e quem seria seu vice. Como é seu relacionamento atual com os 6 vereadores, com quais deles o senhor ainda mantém relacionamento e com quais subiria junto num palanque de comício. Como o senhor avalia hoje os "erros" a sua campanha para reeleição em 2004 e o que ele acha que ele e sua equipe fez ou fizeram de "errado" para causar a derrota nas urnas. O que ele pensa do fato da Maravilhosa Empresa de Chocolates Conpenhake ter recusado Itapetininga para instalar-se na cidade de Extrema (nome mais apropriado para uma fábrica de Chocolate?). A quanto anda a sua amizade com o deputado Edson Giriboni. E o que que faltou dizer para a população de Itapetininga que ele ainda não disse ou acha que a população não soube entender.
O Ricardo também se comportou muito bem, confirmando ser a pessoa equilibrada que é e só um pouco demagogo (nenhum político consegue ser 100%).
Realmente, um programa histórico. Meus elogios, Guilherme!
Não vou cair na tentação de comentar o conteúdo da entrevista, haja vista a minha posição suspeítíssima na história do que se passou em Itapetininga desde as eleições de 2004.
Só vou tomar a liberdade de lembrar duas metáforas ditas pelo Ricardo : "política não se faz só com anjos, serafins e querubins" e que existe uma política subterrânea tão importante quanto superficial ou algo assim - imagens que me parecem emblemáticas.
Também achei interessante o Ricardo repetir insistindo que só está acaompanhando os acontecimdentos da cidade "pelos jornais", como se fosse um cidadão comum - argumento que não me convenceu. Mas lá ao fim da entevista ele reconhecu, com brio, que sua candidatura está articulada com pessoas de alguns vereadores cassados, "não todos", ele disse.
Questão de fidelidade. Eu entendo.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
tempos difíceis para o Planeta
(...)
As mudanças nas estações trazem consigo secas pouco usuais, inundações e tormentas, destruindo terras de cultivo e casas dos camponeses. Ainda mais, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes.
Os camponeses têm que se adaptar aos novos padrões climáticos, adaptando suas sementes e seus sistemas de produção habituais a uma nova situação, que é imprevisível. As secas e inundações estão conduzindo ao fracasso as colheitas, aumentando o número de pessoas famintas no mundo.
Há estudos que prevêem um decrescimento da produção agrícola global numa escala que varia de 3 a 16% para o ano 2008. Nas regiões tropicais, o aquecimento global conduzirá, muito provavelmente, a um grave declínio da agricultura (mais de 50% em Senegal e mais de 40% em Índia), e à aceleração da desertificação de terras de cultivo. Por outro lado, enormes áreas na Rússia e Canadá se tornarão cultiváveis pela primeira vez na história humana, mas ainda se desconhece como estas regiões poderão ser cultivadas.
A produção e o consumo industrial de alimento estão contribuindo de forma significativa para o aquecimento e a destruição de comunidades rurais. O transporte intercontinental de alimento, a monocultura intensiva, a destruição de terras e bosques e o uso de insumos químicos na agricultura estão transformando a agricultura em consumidor de energia e contribuindo para a mudança climática.
A chamada agricultura moderna, especialmente a monocultura industrial, está destruindo os processos naturais do solo (o que conduz a uma presença de CO2 na matéria) e substitui por processos químicos baseados em fertilizantes e pesticidas.
Por conta, acima de tudo, do uso de fertilizantes químicos, da criação intensiva de gado e da monocultura, se produz um volume significativo de óxido nitroso (NO2), o terceiro gás de efeito invernadeiro com maior efeito sobre o aquecimento global. Na Europa, 40% da energia consumida nas explorações agrárias se deve à produção de fertilizantes nitrogenados.
Por sua vez, a produção agrária industrial consome muito mais energia (e libera mais CO2) para mover seus tratores gigantescos para cultivar a terra e processar a comida.
Bosques, pastagens e terras cultiváveis estão sendo convertidos rapidamente em áreas de produção agrícola industrial, em centros comerciais, complexos industriais, grandes casas e em grandes projetos de infra-estrutura ou em complexos turísticos. Estas mudanças causam a liberação massiva de carbono e reduzem a capacidade do meio ambiente absorver o carbono liberado na atmosfera.
Em termos energéticos, o primeiro papel das plantas e da agricultura é transformar a energia solar na energia contida nos açucares e celuloses que podem ser diretamente absorvidas na comida ou transformadas em produtos de origem animal. Esse processo é natural e gera energia na cadeia alimentar.
Não obstante, a industrialização do processo agrícola nos conduziu, nos últimos\n 200 anos, a uma agricultura que consome energia (usando tratores,\n agro-químicos derivados do petróleo, fertilizantes).
Os agrocombustíveis (combustíveis produzidos a partir de plantas e árvores) se apresentaram muitas vezes como uma solução para a atual crise energética. Segundo o protocolo de Kyoto, 20% do consumo global de energia deveriam provir de recursos renováveis até 2020 - e isto inclui os agrocombustíveis.
No entanto, deixando de lado a loucura de produzir comida para alimentar os automóveis enquanto muitos seres humanos estão morrendo de fome, a produção industrial de agrocombustíveis vai aumentar o aquecimento global, em vez de proporcionar a redução.
No protocolo de Kyoto e outros planos internacionais, o “comércio de carbono” tem se apresentado como uma solução para o aquecimento global. É uma privatização do carbono posterior à privatização da terra, ar, sementes, água e outros recursos.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
do contra
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
A Hospedaria de Imigrantes "Ilha das Flores"

Não encontrei lista com os nomes dos imigrantes que estiveram lá hospedados nesse período. Embora o relatório possua inúmeras informações relevantes sobre o movimento dos imigrantes que chegaram ao Brasil em 1908 (como o país de origem, tempo de permanência na Hospedaria, local para onde foram assentados, número de familiares e profissão) o Relatório não registra o nome pessoal nem o familiar dos imigrantes que por lá passaram - e, portanto, o Relatório que estou aqui divulgando, não serve como fonte de pesquisa para localização de pessoas específicas.
Planta descritiva da lha das Flores, onde foi construída a Hospedaria de Imigrantes.
Panorâmica da Ilha das Flores (RJ)

Crianças e jovens imigrantes. Detalhe para o desenho da suástica no canto inferior esquerdo da foto.

Para chegar lá era necessário atravessar a água do mar.
Colonos da Ilha das Flores (RJ).
Prédio principal da Hospedaria dos Imigrantes na Ilha das Flores da Baia da Guanabara (RJ).

Núcleo de povoamento de imigrantes.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
eu pensei nos marginais

Serviço: para baixar Corra o Risco, vá por aqui.
Brilho Da Noite
A Barca do Sol
Eu andava só por essa estrada,Com o grito preso na garganta,
Com os olhos rasos na navalha,
Sinto caçar-me como um bicho no fundo dessa sala,
No fundo desse mundo!
Com os olhos rasos na navalha,
Com um arrepio no cabelo,
Com o aço preso na cintura,
Como um pássaro noturno, voando péla escada,
Roendo o som - é o galo!
Ouço os clarins da noite negra,
Acho e capturo o mal da noite,
Paro e me disperso do futuro,
Fico rodando nessa estrada, com o grito na garganta,
Os olhos na navalha!
O aço brilha no escuro!
(3X)Aaaahhh!
Corra O Risco
A Barca do SolNos doces lábios da cigana, você se engana...
É tão difícil ver na frente qual o seu medo...
Durante o dia, se você deita,
Pela janela, o inimigo espreita,
Você estremece, mas fica mudo de horror,
E treme de pavor!
Durante a noite, é diferente - tá tudo escuro!
Se você pensa no futuro, cai no sono!
E no seu sonho, subitamente,
A cama feita, o inimigo espreita,
Você estremece, mas fica mudo de horror,
E treme de pavor!
No outro dia, o mesmo medo, a mesma hora,
A solidão vem desde cedo - e devora!
Não adianta, ela não passa,
Qualquer que seja a reza que você faça,
Porque, no fundo, você não pode suportar,
A hora de arriscar!
Lobo Do Mar
A Barca do SolÉ como,
Se não houvesse solidão,
Talvez como eu costumava fazer anos atrás...
Eles só falam do lobo do mar,
Só cantam, só dançam o lobo do mar,
Aaaahhh!
E também de suas línguas escorre o sumo da estagnação,
Para mim, o saber tranquilo da rejeição...
Oooooohhhh!!
E cospem víboras,
E dançam sangue...
Eles só falam do lobo do mar,
Só cantam vitórias pro lobo do mar,
Pros dentes de aço do lobo do mar,
Aaaaahh!!E cospem víboras,
E dançam sangue...
Eles só falam do lobo do mar,
Só cantam vitórias pro lobo do mar,
Pros dentes de aço do lobo do mar,
Aaaaahh!!Eles só falam do lobo do mar,
Só cantam vitórias pro lobo do mar,
Pros dentes de aço do lobo do mar,Aaaaahh!!
Lady Jane
A Barca do Sol
Composição: Nando Carneiro e Geraldo Carneiro
Lady JaneRespiro o cheiro dos esgotos no chão
Sob essas catedrais de Babel
Ah, Lady Jane
Eu sinto o gosto dos esgotos no chão
Sob essas catedrais
Sob essa escuridão
Os edifícios tem de cair
Ah, Lady Jane
Toda essa terra vai se consumir
Com os seus mistérios
Como uma fogueira
Vai queimar
Ah, Lady Jane
Eu tive um sonho estranho
De morte
Os Pilares da Cultura
A Barca do SolNão puxe a arma,
Não faça drama,
Procure manter a calma,
Nã, não voa!
Não cuspa fora,
Não perca o sono,
Prefira sempre a balada,
Uma gelada!
Não force a barra,
Não gaste a grana,
Evite cair no gôto,
Do esgoto!!
Não abra o frasco,
Não perca sangue,
Refresque seus temores numa Brahma!
Não abra o verbo,
Não queime a cama,
Quero que você esqueça deste inferno!!
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
diploma de parede
Homenagem à "Graúna", do Henfil
No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...
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O Pensamento Comum já conta mais de mil acessos desde novembro de 2005, quando eu o criei. No momento que escrevo, o contador marca 1068 ace...