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quinta-feira, 10 de maio de 2007

assista isso pelo menos uma vez na sua vida

A carne é fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre o processo de consumo em massa de carne, principalmente bovina e avina, e os impactos disso sobre a saúde humana e o Planeta.
Polêmico desde o título, A carne é fraca é uma corajosa denúncia contra a indústria agropecuária e frigorífica, que investe zilhões de dólares todos os anos - há muitos anos já - na publicidade de hábitos alimentares carníveros, desde o nugts e o amburguer, até o peru de natal.
Associada à indústria da cerveja e da cachaça, a indústria da carne conquistou um enorme público consumidor no Brasil, interferindo e transformando toda a sociedade e o ambiente, particularmente nas duas últimas décadas.
Aviso: Assistir A carne é fraca pode atrapalhar seus próximos planos de fazer um churrasquinho no quintal.

Trailer:


A carne é fraca - em duas partes
"Alguma vez você já pensou sobre a trajetória de um bife antes de chegar ao seu prato? Nós pesquisamos isso para você e contamos neste documentário aquilo que não é divulgado. Saiba dos impactos que esse ato - aparentemente banal - de consumir carne representa para a sua saúde, para os animais e para o Planeta."
(Texto de divulgação do documentário "A carne é fraca".)

Parte 1 de 2



Parte 2





Veja tb:
http://www.veganpride.com/vpdvd001.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Carne_%C3%A9_Fraca
http://bonsfilmes.blogspot.com/2006/08/carne-fraca-documentrio.html

Depois de ver o filme, veio a minha mente a música Rosa de Hiroshima, do Viniícus de Morais, cantada pelo Nei Matogrosso, na época Secos & Molhados:

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Os animais são criaturas "mudas telepáticas", que agora vivem neste momento, em algum pasto, gaiola ou geladeira a agonia de quem vai virar bife, hamburguer, nugts ou uma sangrenta posta de carne nua no balcão frigorífero de algum supermercado.
Ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

segunda-feira, 30 de abril de 2007

ilha das flores

O Youtube é maravilhoso. Encontrei agora o documentário Ilha das Flores, produzido em Porto Alegre em 1989.
Acho que Ilha das Flores é um dos documentários brasileiros mais conhecidos no meio dos professores.
Lembro que eu vivia exibindo esse filme para meus alunos da rede estadual, tanto aqui em Itapetininga como tb lá em Tatuí, na escola " Baráo de Suruí" (será que eles se lembram disso?).
Ilha das Flores tem uma linguagem ágil, irônica mesmo, chegando ao final a um cinismo desconcertante.
Afinal, a narrativa vai (re)construindo uma realidade cotidiana, que é o simples ato de comprar um tomate no supermercado, perseguindo a trajetória desse tomate até o mesmo se transformar em lixo doméstico e seguir caminho ao depósito de lixo de Porto Alegre, que fica na ilha chamada "das Flores".
O documentário desvenda a realidade que se esconde por trás desse acontecimento táo banal, fazendo surgir a triste vida das pessoas que vivem daquilo que nós, higiênicos espécimes da classe média capitalista, jogamos no lixo - no caso, um simples tomate.
O vídeo está dividido em duas partes.
Sáo apenas 13 minutos de duraçào.



Ilha das Flores - Parte 1:


Ilha das Flores - Parte 2:


Ficha Técnica

Ilha das Flores
País/Ano de produção:- Brasil, 1989
Duração/Gênero:- 13 min., documentário
Disponível em vídeo (na fita "Curta com os Gaúchos")
Direção de Jorge Furtado
Roteiro de Jorge Furtado
Elenco:- Ciça Reckziegel, Gozei Kitajima, Takehijo Suzuki.
Narração de Paulo José.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

guerra suja

The dirty war é um documentário feito por Mariusz Pilis e Marcin, como resultado de nove meses de estadia na Chechenia,um país que vive em estado de guerra já há 15 anos.

Os repórtes foram para a Chechenia após o massacre na
escola russa de Beslan, ocorrido no dia 1 de setembro de 2004.

O vídeo mostra uma Chechenia destruída, de casas em ruínas e vidas empobrecidas pela violência da guerra que se seguiu após a
invasáo russa em 1994.

Nos últimos anos, sob o comando de V. Putin, o exército vermelho fez ações de limpeza étnica na regiáo, promovendo a política da "terra arrasada", isto é, de explodir tudo por onde seus soldados passassem, fosse ponte, aldeia, escola, casa ou hospital.

Há muitos vídeos na internet registrando cenas da violëncia ocorrida na chechenia.

Refugiados chechenos hoje morando em França reclamam da total falta de solidariedade da ONU para com a questão chechena. A midia ocidental, dominada por grandes corporações, tb ignora quase completamente o genocídeo promovido pelo governo russo.

Desde o início do conflito, os chechenos organizaram uma forte resistëncia, a qual, com o passar dos anos, foi se transformando num pequeno exército de guerrilheiros, que se auto-intitulam "mujahidins", famosos por atos de coragem em batalha e de espetaculares açoes de sabotagem.

Hoje os guerrilheiros estáo isolados em pequenos e poucos grupos nas montanhas do cáucaso. Quase todos os seus 'mais importantes líderes já foram mortos pelo exército russo.

As vezes os guerrilheiros fazem novas ações espetaculares, cujo objetivo é sempre chamar a atençào para a causa que defendem.

A primeira a''cào desse tipo ocorreu em 23 de outubro de 2002, quando um comando checheno invadiu um
teatro em Moscou, fazendo centenas de pessoas e tendo como desfecho a morte de 169 pessoas, entre espectadores e guerrilheiros.

O acontecimento foi descrito pela mídia mundial como a''cào terrorista, e o truculento comportamento da polícia russa, nesse caso, foi justificado como necessário pelas autoridades políticas.

Após esse episódio, os guerrilheiros continuaram a fazer atividades de combate, principalmente sob a forma de armadilha e ações relämpago de assalto, levando grandes perdas para os russos. Mas só voltaram a chamar novamente a atençào do mundo quando invadiram a escola na cidade de Beslan.

Tenho um interesse muito grande pelo que ocorre na Chechenia graças ao computador e à internet.

É que em 1996, quando acessei pela primeira vez a internet, fiz meu cadastro no site da
Human Rights Watch e escolhi, náo sei bem porque, as news letters relativas ao conflito russo-checheno, que já estavam, entáo, há dois anos em guerra.

As notícias vinham em inglës, assinadas por uma certa Maria, cujo nome completo náo lembro.

Apesar do meu inglês macarrônico, consegui entender o suficiente para concluir que os russos estavam cometendo um grande crime contra uma naçào muito inferior militarmente.

Agora, vendo as cenas da guerra do Iraque na televisáo, constato que o mesmo crime está se repetindo, desta vez por mãos do capitalismo norte-americano.

Pobre povo muçulmano!
Pobre povo arábe!
Sáo duas potências a destruí-los!


quinta-feira, 19 de abril de 2007

Decadence - democracy

Decadence - democracy 1/3

Parte 1:



Parte 2:



Parte 3:



Decadence: the meaninglessness of modern life

Texto de apresentação no Youtube:

Added: December 21, 2006
From: anticonsumer
Pria Viswalingam considers whether we... Pria Viswalingam considers whether we are now completely bogged down in a mire of meaningless self-indulgence, and whether we do really need iPods, plasma screen TVs, Brazilian waxes and self-navigating 4WDs to achieve happiness. He asks if family incomes have never been higher in the western world, property values are soaring, if conspicuous consumption and material wealth have never been so evident, why are we so unhappy?

It is because we are enslaved by a world of cradle to grave marketing and unbridled capitalism, where we are trapped in a credit spiral, and have no confidence in a society that grows more inward, self-interested and uncaring every day. Decadence will provide a few keys to how we can ultimately escape the cycle of pointless consumerism to achieve a more meaningful way of life.

Pria reflects on how Western modern life was viewed by the East when he was growing up in Asia, and how this has changed over the last several decades, by focusing on the elements of money, sex, democracy, education, family and God. "A broad education, free thought, big shiny cities, passionate democracy...undaunted imagination" are some of the elements of Western culture which the East aspired to when Pria was a child but, he says, these values are diminishing. Have the great Western attributes decayed in today's world -- a world characterised by materialism, individualism and mindless consumerism?


Parte 1:



Parte 2:



Parte 3:

sábado, 14 de abril de 2007

Our own private Bin Laden

TExto de apresentação no Youtube:

ourownpriv@tebinladen is a film about understanding the creation of the persona of Osama bin Laden as a phenomenon of the interplay between history, politics, global economics and the media. The film highlights the historical background that led to the fatal link between post-Cold War politics and the emergence of new forms of terrorism that succeeded in establishing their own economy. It traces the connection between privatization, deregulation and free market and the globalization of terrorism.

OUR OWN PRIVATE BIN LADEN examines the complicity between economic structures of "terror" and "the war on terror," their interdependencies, and the creation of the Bin Laden industry as a consequence.

The film explains why the world after September 11, 2001 is less the result of a stray act of terror but the consequence of a series of fatal decisions made from 1945 onwards. (more) (less)
Category News & Politics



Our Own Private Bin Laden - 1/7

Parte 1:



Parte 2:



Parte 3:



Parte 4:



Parte 5:



Parte 6:



Parte 7:

Homenagem à "Graúna", do Henfil

No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...