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sábado, 10 de janeiro de 2009

os dois lados

Mais um bom trabalho jornalístico do UOL. Seguindo este link, você vai poder assistir a um rápido debate entre Jamile Latif e Ricardo Berkiensztat, respectivamente representantes das comunidades palestina e judaica no Brasil (foto abaixo).


Os temas discutidos são: a legitimidade do ataque de Israel à Gaza, a legitimidade do Hamas enquanto representante do povo morador em GAza, a crise humanitária que está em curso, as relações e o papel dos EUA e da ONU no atual conflito, as condições para a paz e o que o Brasil pode representar enquanto mediador do conflito.


Tanto Jamile como Ricardo se expressam muito bem sobre os temas, cada um defendendo sua nação. Por isso, acredito que, caso você ainda não tenha uma opinião formada sobre o massacre que está ocorrendo lá em Gaza, e ainda está em dúvida se Israel tem ou não razão em fazer o que está fazendo, sugiro que você consulte estes links (todos em versão traduzida automaticamente pelo Google):

site 1 (site de Eric Hufschmid, dedicado a desmacarar as as armadilhas sionistas na comunicação. É surpreendente)

site 2 (site do jornalista Christopher Bollyn, dedicado a discutir a farsa política por detrás da destuição do Word Trade Center em 2001. Se vc tem medo de teorias conspiratórias, não leia)

site 3 ("rascunhos" do diário de KAWTHER Salam, uma jornalista palestina que vivia em Hebron e convivia diariamente com os soldados israelenses)

site 4 (uma biografia de Rahm Emanuel, senador Democrata escolhido por Obama para fazer parte de seu ministério)


Obs.: de propósito, só listei sites pró-palestina. Acredito que o lobby judeu na TV, na política e nas demais instituições já é suficientemente grande e competente para precisar da minha ajuda.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

tinha de ser o Chávez!

No dia 6 de janeiro de 2008, o presidente da Venezuela Hugo Chávez expulsou o staf da diplomacia israelense de seu país. O corajoso ato foi uma resposta ao massacre comandado pelo governo de Israel contra os habitantes da chamada Faixa de Gaza.
* A expressão "tinha de ser o Chavez" é do seriado mexicano homólogo (Chavo del Ocho).

** A imagem acima, bem como todas as demais relacionadas ao massacre em GAza aqui publicadas, foram obtidas do UOL.

ignorância e concordância

Ontem, entre uma e outra cerveja lá no balcão do Bar dos Amigos (na esquina da R. Expedicionários com Domingos José Vieira), me surpreendi com a opinião de um amigo, uma pessoa bem esclarecida por sinal, sobre o massacre em Gaza.

Basicamente, ele afirmou que o conflito que ocorre ali é "muito confuso", "coisa de loucos e fanáticos", que "ninguém é santo" e que "talvez" os mulçumanos tenham feito "por merecer" o castigo que agora sofrem.

Uau, eu fiquei indignado.

"Sua ignorância sobre as causas do conflito, eu disse, não podem justificar sua concordãncia com aquele massacre."

"Não é que eu esteja concordando, ele completou, apenas acho que não podemos tomar partido numa questão em que não sabemos onde está o certo e onde está o errado."

"Mesmo vendo todas aquelas pessoas mortas e suas cidades destruídas, você ainda acha que não pode tomar partido a favor desse povo infeliz?"

"Não, ele respondeu categórico. Eles não ficam jogando foquetes lá em Israel? Então: será que eles não merecem um castigo?"

"Putz, vc é teimoso, heim?"

domingo, 28 de dezembro de 2008

judiação


No momento em que escrevo, mísseis lançados pelo Governo de Israel destroem casas e túneis na Cidade de Gaza, matando em poucas horas de bombardeio, mais de 200 pessoas, segundo o UOL

Massacre covarde é o mínimo que se pode dizer disso. Atacam pessoas indefesas e que não têm para onde fugir, pois a Faixa de Gaza é cercada pelo exército israelense por todos os lados.


"Limpeza estratégica e preventiva" é como os governantes israelenses justificam o que estão criminosamente fazendo, infelizmente apoiados por um segmento da maçonaria dos judeus endinheirados deste pobre mundo.


Israel alega que está se defendendo de ataques que teriam sido feitos pelo grupo Hamas contra a região Sul do País. Mas essa informação ainda não foi confirmada a ponto de poder justificar a brutal ação exterminadora dos israelenses contra os palestinianos de Gaza.


Por um pouco menos, esses mesmos algozes mandaram o Sadan para a forca. Aliás, só para comparar, Sadan foi pelo menos um pouco mais respeitoso com suas vítimas, pois tanto quanto podia, ele próprio, pessoalmente, acabava com suas vidas, assim resguardando o sagrado direito de toda vítima de assassinato que é conhecer o seu matador. Quando isso não foi possível de fazer, Sadan compensou a sua ausência proporcionando às suas vitimas pelo menos o respeito a um outro direito de toda vítima de assassinato que é o de morrer rápido, sem muito sofrimento nem muitos estragos, usando para isso armas químicas especial e cientificamente desenvolvidas para isso.


Desculpe o cinismo do parágrafo acima. Mas é como eu vejo os governantes que, ao invés de serem tão somente o que deveriam ser, "senhores do povo", transforman-se em "senhores da guerra", promotores da barbárie inominável. São assassinos, genocidas que eufemisticamente chamamos de "capitalistas selvagens"


Pois governante é para governar, cuidar, administrar. Era tão somente isso que se esperava dos sucessivos governos que tomaram conta dos EUA desde o fim da Segunda Guerra Mundial: que governem bem seu país e que colaborem para que os demais países do mundo também possam viver em bom governo.


Mas, infelizmente, muito infelizmente, os governantes e a própria máquina governamental norte-americana e israelense, deslumbrados com o enriquemento rápido que obtiveram com a indústria de guerra montada nas décadas de 1930-40, ficaram obececados em ganhar dinheiro através disso, abusivamente usando o seu poderio bélico como instrumento de pressão para os seus interesses econômicos sobre o mundo, chegando a destruição total
de milhares e milhões de pessoas, famílias, grupos, populações inteiras. Foda-se. O importante é ganhar dinheiro e garantir território.


Não é a toa que muita gente neste maravilhoso mas sofrido mundo odeia os EUA.


George Bush fez por merecer a
sapatada que levou. Muntazer al-Zaidi, o jornalista dono dos sapatos 44 bico largo lançados contra o presidente estaduniense, fez uma proeza que nem mil homens bombas conseguiriam: que é fazer a oponião pública mundial se interessar pela má pessoa do senhor George Bush por mais de 15 minutos e assim refletir sobre a dramática situação dos árabes e muçulmanos.
Por tudo isso eu digo: George Bush ainda tem sorte de escapar da forca. No mínimo da cadeia. Mas satisfeito e sorridente para as câmeras da televisão, dizem que ele planeja, depois da cerimônia de transiç~çao de mandato presidencial, discretamente sair pela porta oficial da Casa Branca e ir passar o resto de seus dias numa casa que ele recentemente comprou em Dallas (mas isso é só pra despistar os trouxas).


Se nos EUA existisse Lei de Responsabilidade Fiscal, Bush 'tava fudido. Afinal, não vamos esquecer que, além de promover sofrimento aos millhões de iraquianos, afegãos, palestinianos e mulçumanos em geral, George Bush ainda conseguiu QUEBRAR a economia de seu próprio país, os EUA e de vários outros países também.

Lembrando novamente da última e arriscada visita que Bush se viu obrigado a fazer à Bagdá, do dia histórico dia em que por pouco não ganhou uma sapatada na cara (o ladino escapou da solada), só posso concluir agora, sobre esta ação depravada do Governo de Israel contra os palestianos, que isso é a atitude desesperada dos grupos que, desde a quebradeira financeira de 2008 até a derrota de Bush nas eleições, estão vendo seu mundo de certezas indo para o brejo e ainda assim teimam em persistir dominando... matando e destruindo, para ser mais exato. Até a última bomba.

Coincidindo com as nossas datas festivas de fim de ano, o massacre em Gaza é ainda mais sinistro.
Estamos festejando o Natal, aqui, e lá em Gaza o mundo está explodindo em dor e ódio.


Obs. Importante!!!


Não espere encontrar com facilidade boas informações sobre a Palestina, o Hamas, Iraque, Irã e assuntos/coisas assemelhadas, nos grandes portais de comunicação da internet, pois até mesmo o Google censura sites pró-palestina. Vc vai ter que garimpar bastante....

quarta-feira, 19 de março de 2008

o que me espanta

A data de hoje, 19 de março de 2008, registra na história do Planeta o aniversário de mais um infame acontecimento promovido pelo ser humano: a invasão norte-americana no Iraque.
Toda a mída está relembrando o fato.
Pelo que vi no site do UOL, parece ser unívoca a opinião, entre os jornalistas e os especialistas e política mundial, de que esta é mais uma daquelas absurdas guerras promovidas por alguns grupos poderosos para defender seus interesses político-financeiros.
Hoje, olhando retrospectivamente para todos os argumentos utilizados pelo governo de George Bush para justificar a invasão ao Iraque (existência de armas nucleares, patrocionio do terrorismo, tirania contra o povo e corrupção política), é fácil concluir que tudo isso foi uma falácia usada como estratégia para desviar a atenção pública dos verdadeiros motivos da guerra: o domínio do petróleo e de todo o Oriente Médio.
Aliás, o interessante é que já na época dos "preparativos" para a guerra, quando as batalhas estavam ocorrendo ainda apenas no plano da política internacional, da espionagem e da comunicação, lembro que ninguém (pelo menos entre as pessoas que conheço) acreditava nos argumentos defendidos pelo governo norte-americano.
Todos diziam, com maior ou menor entendimento da coisa: "é tudo pelo petróleo e para vender armas".
Enfim...
Mas, independente da nossa crítica e descrédito, o fato é que a guerra ocorreu e, infelizmente, parece ainda longe de um fim.
Quando penso nessa guerra, hoje, não é tanto a atitude do governo norte-americano e de outros governos que o apóiam o que me espanta. Afinal, não dá para se esperar outra coisa desses governos "imperialistas" (a palavra é fora de moda, mas não achei outra): não foram esses governos que patrocinaram as guerras mundiais? Não foram esses mesmos governos que promoveram novas fortunas pelo mundo afora com o comércio de armas durante as guerras do Vietnam, da Coréia, as guerrilhas africanas e da eterna guerra libanesa?
Com um histórico desses, admirável seria se esses governos defendessem a PAZ!
Por isso, como eu dizia, quando penso na guerra no Iraque, nas terríveis notícias de bombas explodindo e pessoas despedaçadas, o que me espanta mesmo é o fato de existir gente que concorde com isso.
Gente comum, igual a mim e á vc: pagadores de impostos, frequentadores de igrejas, pais zelosos pela educaçao de seus filhos, professores dedicados, policiais corretos, atletas disciplinados, amantes da natureza, eleitores conscientes preocupados com a reforma de suas casas e tb com a reciclagem do lixo e com novas atitudes para evitar o aquecimento global. Enfim, pessoas comuns, que leem jornais e assistem televisão, trabalhando todo dia, cuidando da saúde, dormindo nos sábados á tarde e vendo tv no domingo á noite - o que me espanta é ver essas pessoas apoiando seus governos, votando nos governantes senhores da guerra.
É isso que me espanta.
Não é o general e o político que planejam a guerra e contabilizam as perdas e os ganhos - não é isso o que me me deixa perplexo, não, mas é a coragem do soldado que levanta as armas e a inteligência do eleitor que escolhe tudo isso: isso sim é assustador.


Nas fotos: George Bush com os felizes soldados norte-americanos enviados ao Iraque.
(fotos roubadas do site UOL).

domingo, 21 de janeiro de 2007

Bush na cadeia!


Bush merece ser condenado à morte, por conduzir políticas genocidas em países do oriente médio?

Muitos leitores do Pensamento Comum fizeram questão de lembrar, quando essa questão foi feita aqui no blog pela primeira vez, que matar é sempre condenável, mesmo que em nome de uma pretensa justiça (justiça? o que será isso?).

Outros lembraram que não é do espírito do Pensamento Comum alimentar qualquer tipo de ódio, violência ou vingança.

Concordo.

Mas o infeliz presidente dos EUA não pensa o mesmo que nós, pacatos cidadãos do terceiro mundo.

Na sua mais recente declaração ao povo norte-americano, no último dia 10 de janeiro, Bush fez a mais dura e direta ameaça de bombardear mais dois país outros países muçulmunos, o Irã e a Síria.

O seu discurso é hipócrita, medíocre e cínico.

Bush volta a usar a mesma estratégia psicológica já usada logo após o 11 de setembro de 2001 (quando ruiu o Word Trade Center): a de causar pânico no cidadão norte-americano comum, dizendo-lhe que sua cômoda vida de consumidor de primeiro mundo tem os dias contados caso não seja feito nada contra os árabes e muçulmanos.

Uma de suas afirmações, para justificar o bombardeamento do Irã e da Síria é a de que esses países comandam o terrorismo internacional (o que pode até ser verdade, já que é de se esperar que os governos desses países façam as ações q estão ao seu alcance para se defender de um gigante militar como os EUA e Israel).

Numa situação de medo, Bush se apresenta então como o herói salvador da nação yanque.

É assim que ele espera legitimidade para mandar para os ares essas milenares civilizações.

Eca!

Bom, se condená-lo a morte está fora de cogitação em nossas mentes católicas, alguma outra coisa deve ser feita para deter George Bush, o insano.

Eu penso no seguinte: vamos pedir para prendê-lo! Bush e todo seu staff.

E que todo dinheiro acumulado pelas pessoas e organizações que patrocionam a carnificina contra os árabes e muçulmanos seja confiscada para compensar os danos causados pelas invasões norte-americanas e européias nos países do oriente médio.

Homenagem à "Graúna", do Henfil

No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...