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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

amigo secreto

compre já
Para alguns milhões de habitantes deste Planeta, genericamente identificados como cristãos, Natal é a data do nascimento do menino Jesus.
Para alguns outros zilhões de habitantes deste mesmo Planeta, o Natal é a noite que se recebe a visita do Papai Noel.
Pontos de vistas bem diferentes, como se pode perceber, cujo único ponto em comum, penso eu, é o fato de que tanto para uns quantos para outros o Natal é motivo para trocar presentes.
De dar e recebê-los.
O comércio explora este costume popular, promovendo, graças a estratégias de publicidade e marketing, verdadeira lavagem emocional nas pessoas, incentivando-as ao consumo em massa.
Não é a toa que se diz que a economia se "aquece" no Natal.
Todo um complexo sistema econômico financeiro se movimenta graças ao Natal, associado á produção e comercialização de mercadorias para presentes, constituida em grande parte por plástico, papel, componentes eletrônicos e químicos (como baterias de celular), cuja distríbuição é feita em grande parte por caminhões movidos a óleo diesel.
Vc consegue imaginar o impacto ambiental disso?
se vc pensar bem
o Natal é um engodo do sistema capitalista para retirar, no final do ano, uma parte do salário que pago ao trabalhador ao longo do ano pelo seu trabalho. Para os assalariados, o sistema até costuma oferecer um abono e um décimo-terceiro, só para aumentar a sua retirada.
dilema
consumir ou economizar
mudando de assunto
Mas para falar da mesma coisa: missa, qual foi a última vez que vc foi?
Pergunto isso porque andei pesquisando coisas sobre Jesus Cristo e acabei descobrindo que a data exata de seu nascimento é considerado ainda um problema em aberto, mesmo pelos mais ferrenhos dos cristãos.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Decadence: the meaninglessness of modern life

Texto de apresentação no Youtube:

Added: December 21, 2006
From: anticonsumer
Pria Viswalingam considers whether we... Pria Viswalingam considers whether we are now completely bogged down in a mire of meaningless self-indulgence, and whether we do really need iPods, plasma screen TVs, Brazilian waxes and self-navigating 4WDs to achieve happiness. He asks if family incomes have never been higher in the western world, property values are soaring, if conspicuous consumption and material wealth have never been so evident, why are we so unhappy?

It is because we are enslaved by a world of cradle to grave marketing and unbridled capitalism, where we are trapped in a credit spiral, and have no confidence in a society that grows more inward, self-interested and uncaring every day. Decadence will provide a few keys to how we can ultimately escape the cycle of pointless consumerism to achieve a more meaningful way of life.

Pria reflects on how Western modern life was viewed by the East when he was growing up in Asia, and how this has changed over the last several decades, by focusing on the elements of money, sex, democracy, education, family and God. "A broad education, free thought, big shiny cities, passionate democracy...undaunted imagination" are some of the elements of Western culture which the East aspired to when Pria was a child but, he says, these values are diminishing. Have the great Western attributes decayed in today's world -- a world characterised by materialism, individualism and mindless consumerism?


Parte 1:



Parte 2:



Parte 3:

Homenagem à "Graúna", do Henfil

No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...