quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Banquinho de angelim pedra e garapeira para mamãe

O assento é angelim pedra, um pedaço de madeira que sobrou das vigas do telhado. As pernas são de garapeira, que comprei numa loja de material de construção, vendida como cabo de enxada.

Hoje está na sala de minha mãe, servindo como descanso de perna enquanto ela assiste televisão no sofá.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O que fazer com os velhos cabides de madeira quando você não tem mais nada a fazer no seu apartamento

Cabides velhos e queridos.

Podem ser aproveitados para outros fins. Um delicado apoio para pequenos objetos, por exemplo.

Há muitas maneiras para se unir os cabides. Pensei muito sobre isso. Daí que achei por bem fazer um "coração" que os unisse.
O coração ficou nessa forma de cristal, com um sulco em cada face lateral, onde os cabides foram firmados.

Logo se transformaram num excelente agarrador de vaso.
Depois de muito considerar, acabei por colocar um tampo quadrado e o agarrador de vaso virou uma mesinha de apoio.


Depois fui procurar outras coisas para fazer.



domingo, 21 de outubro de 2018

Domingo no Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira, SP

Este foi um domingo diferente.
Fomos à Pedreira, cidade à 42 km de Campinas.
Visitamos as lojas de artesanato, presentes, móveis e decoração e também o Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira.
Vou postar algumas fotos do Museu e depois acrescento os comentários.







































terça-feira, 25 de setembro de 2018

O touro, em retrospectiva


Começou pelo rabo. Um pequeno laço na ponta de um sarrafo de porta de armário de cozinha (que achei na rua, em Campinas).



Juntado por encaixe em quatro sarrafinhos (acho que de cedro arana, de uma moldura de janela), o traseiro do touro ficou montado.



Restava fazer o chifre e a cabeça. Tudo sendo feito no apartamento, sem perturbar (muito) os vizinhos.


Num pequeno pedaço de tábua de gaveta, imaginei o touro com os chifres apontados para baixo. Mas deixei o trabalho para o final de semana, em Itapetininga.



O chifre se encaixou no pescoço do bicho graças a um rasgo em ambas as peças. Na oficina de Itapetininga posso fazer barulho quase sem limites. Usei o serrote à vontade.


 Muitas horas e um dedo machucado depois, ficou assim.



Logo a cabeça quebrou. Tristeza.


Pausa para remendar.




 Nem bem ficou pronto o remendo da cabeça, um dos chifres também quebrou.



 Por fim, firme em não desistir, fiz os chifres com madeira compensada, muito mais resistente.


E assim ficou o touro. Pronto para o acabamento.
Mas não é que eu o esqueci lá em Itapetininga?

Homenagem à "Graúna", do Henfil

No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...