sexta-feira, 4 de maio de 2007

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Ita Moto Táxi

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Disk Moto

Rua Domingos José Vieira, 17353271-8888

lyrics

Jardins da Babilônia

Suspenderam
Os Jardins da Babilônia
Eu prá não ficar por baixo
Resolvi!
Botar as asas prá fora
Porque!..
"Quem não chora dali"
"Não mama daqui"
Diz o ditado
Quem pode, pode
Deixa os acomodados
Que se incomodem...
Minha saúde não é de ferro não
Mas meus nervos são de aço
Prá pedir silêncio eu berro
Prá fazer barulho
Eu mesma faço
Ou não!...
Pegar fogo
Nunca foi atração de circo
Mas de qualquer maneira
Pode ser!
Um caloroso espetáculo
Então!...
O palhaço ri dali
O povo chora daqui
E o show não pára
E apesar dos pesares do mundo
Vou segurar essa barra...
Minha saúde não é de ferro
Não é não!
Mas meus nervos são de aço
Prá pedir silêncio eu berro
Prá fazer barulho
Eu mesma faço
Ou não!...
Minha saúde não é de ferro
Não é não!
Mas meus nervos são de aço
Prá pedir silêncio eu berro
Prá fazer barulho
Eu mesma faço...
Suspenderam
Os Jardins da Babilônia
Eu prá não ficar por baixo
Resolvi!
Botar as asas prá fora
Porque!..
"Quem não chora dali"
"Não mama daqui"
Diz o ditado
Êh êh êh êh!
Quem pode, pode
Deixa os acomodados
Que se incomodem...



O Quereres
Caetano Veloso, in: Velô)

Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão

Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês

Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor

Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói

Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és

Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor

Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus

O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim




Ninguém faz idéia.
In Labiata. Composição: Lenine / Ivan Santos)

Malucos e donas de casa
Vocês aí na porta do bar
Os cães sem dono, os boiadeiros
As putas Babalorixás...

Os Gênios, os caminhoneiros
Os sem terra e sem teto
Atôres, Maestros, Djs
Os Undergrounds, os Megastars
Os Rolling Stones e o Rei...

Ninguém faz idéia
De quem vem lá!
De quem vem lá!
De quem vem lá!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!...

Ciganas e neo-nazistas
O bruxo, o mago pajé
Os escritores de science fiction
Quem diz e quem nega o que é...

Os que fazem greve de fome
Bandidos, cientistas do espaço
Os prêmios nobel da paz
O Dalai Lama, o Mister Bean
Burros, Intelectuais...

Eu pensei!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!
De quem vem lá!
De quem vem lá!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!...(2x)

Os líderes de última hora
Os que são a bola da vez
Os encanados, divertidos
Os tais que traficam bebês...

O que bebe e passa da conta
Os do cyber espaço
A capa do mês da playboy
O novo membro da academia
E o mito que se auto destrói...

Eu sei!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!
De quem vem lá!
De quem vem lá!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!...

Os duros, os desclassificados
A vanguarda e quem fica prá traz
Os dorme sujos, os emergentes
Os espiões industriais...

Os que catam restos de feira
Milicos piratas da rede
Crianças excepcionais
Os exilados, os executivos
Os clones e os originais...

É a lei!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!
De quem vem lá!
De quem vem lá!
Ninguém faz idéia
De quem vem lá!...(2x)

Os Anjos, os Exterminadores
Os Velhos jogando bilhar
O Vaticano, a CIA
O Boy que controla radar
Anarquista, Mercenários, quem é?
Quem é e quem fabrica notícia
Quem crê na reencarnação
Os Clandestinos, os Ilegais
Os Gays, os Chefes da Nação
Ninguém faz idéia
De quem vem lá...




Lá vem a cidade
In: Labiata. Composição: Lenine / Bráulio Tavares)
(as cidades explodindo)

Eu vim plantar meu castelo
Naquela serra de lá,
Onde daqui a cem anos
Vai ser uma beira-mar...

Vi a cidade passando,
Rugindo, através de mim...
Cada vida
Era uma batida
Dum imenso tamborim.
Eu era o lugar, ela era a viagem
Cada um era real, cada outro era miragem.

Eu era transparente e era gigante
Eu era a cruza entre o sempre e o instante
Letras misturadas com metal
E a cidade crescia como um animal,
Em estruturas postiças,
Sobre areias movediças,
Sobre ossadas e carniças,
Sobre o pântano que cobre o sambaqui...
Sobre o país ancestral
Sobre a folha do jornal
Sobre a cama de casal onde eu nasci.

A cidade
Passou me lavrando todo...
A cidade chegou me passando no rodo...
Passando como um caminhão passa num segundo
Quando desce a ladeira na pressa do socorro

Veio com luzes e sons.
Com sonhos maus, sonhos bons.
Falava como um camões,
Gemia feito pantera.
Ela era...
Bela... fera.

Desta cidade um dia só restará
O vento que levou meu verso embora...
Mas onde ele estiver, ela estará:

Um será o mundo de dentro,
Será o outro o mundo de fora.

Vi a cidade fervendo
Na emulsão da retina.
Crepitar de vida ardendo,
Mariposa e lamparina.
A cidade ensurdecia,
Rugia como um incêndio,
Era veneno e vacina...

Eu pairava no ar, e olhava a cidade
Passando veloz lá embaixo de mim.
Eram dez milhões de mentes,
Dez milhões de inconscientes,
Se misturam... viram entes...
Os quais conduzem as gentes
Como se fossem correntes
Dum rio que não tem fim

Esse ruído
São os séculos pingando...
E as cidades crescendo e se cruzando
Como círculos na água da lagoa.
E eu vi nuvens de poeira
E vi uma tribo inteira
Fugindo em toda carreira
Pisando em roça e fogueira
Ganhando uma ribanceira...
E a cidade vinha vindo,
A cidade vinha andando,
A cidade intumescendo:
Crescendo... se aproximando.

Eu vim plantar meu castelo
Naquela serra de lá,
Onde daqui a cem anos
Vai ser uma beira-mar...




Só se For a DoisCazuza
Composição: Cazuza / Rogério Meanda

Aos gurus da Índia
Aos judeus da Palestina
Aos índios da América Latina
E aos brancos da África do Sul
O mundo é azul
Qual é a cor do amor?
O meu sangue é negro, branco
Amarelo e vermelho

Aos pernambucanos
E aos cubanos de Miami
Aos americanos russos
Armando seus planos

Ao povo da China
E ao que a história ensina
Aos jogos, aos dados
Que inventaram a humanidade

As possibilidades de felicidade
São egoístas, meu amor
Viver a liberdade, amar de verdade
Só se for a dois
(Só a dois)

Aos filhos de Ghandi
Morrendo de fome
Aos filhos de Cristo
Cada vez mais ricos

O beijo do soldado em sua namorada
Seja pra onde for
Depois da grande noite
Vai esconder a cor das flores
E mostrar a dor
(A dor)


Fantasma da Ópera
A Barca do Sol, voz Olivia Byington

No umbigo do país
Quando a ópera acabou
Eu pensei nos marginais
Nas mulheres de Paris
Mariposas do canal
E morcegos da matriz
Quando a ópera acabou
No umbigo do país
Mas não era carnaval
De idiotas e canções
Acabou sem um som
Lá fui eu outra vez
Cemitério de faróis
Sem um gosto e sem vinténs
Quando a ópera acabou
Sem degredo e nem porém
Quando o sonho terminou
Sem segredo e nem clarim
Eu reconheci na canção
Tudo que você escondeu
No umbigo do país.


Medo de amar nº3
(Péricles Cavalcanti)
Voz Adriana Calcanhoto


Você diz que eu te assusto
Você diz que eu te desvio
Também diz que eu sou um bruto
E me chama de vadio
Você diz que eu te desprezo
Que eu me comporto muito mal
Também diz que eu nunca rezo
Ainda me chama de animal
Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo, é do amor
Que você guarda para mim
Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo, é de você
Você tem medo, é de querer
Você diz que eu sou demente
Que eu não tenho salvação
Você diz que eu, simplesmente,
Sou carente de razão
Você diz que eu te envergonho
Também diz que eu sou cruel
Que no teatro do teu sonho
Para mim não tem papel
Você não tem medo de mim...
Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo, é de você
Você tem medo, é de querer
Me amar


A Lua Girou
Milton Nascimento

A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
(2x)

Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...

Travesseiro dos meus braços
Só não faz se não quiser
(2x)

Sustenta a palavra de homem
Que eu mantenho a de mulher
Sustenta a palavra de homem...

A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
(2x)

Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...



Os Povos
Milton Nascimento E Márcio Borges

Na beira do mundo
Portão de ferro, aldeia morta, multidão
Meu povo, meu povo
Não quis saber do que é novo, nunca mais
Eh! Minha cidade
Aldeia morta, anel de ouro, meu amor
Na beira da vida
A gente torna a se encontrar só

Casa iluminada
Portão de ferro, cadeado, coração
E eu reconquistado
Vou passeando, passeando e morrer
Perto de seus olhos
Anel de ouro, aniversário, meu amor
Em minha cidade
A gente aprende a viver só

Ah, um dia, qualquer dia de calor
É sempre mais um dia de lembrar
A cordilheira de sonhos que a noite apagou

Eh! Minha cidade
Portão de ouro, aldeia morta, solidão
Meu povo, meu povo
Aldeia morta, cadeado, coração
E eu reconquistado
Vou caminhando, caminhando e morrer
Perto de seus olhos
A gente aprende a morrer só
Meu povo, meu povo
Pela cidade a viver só

segunda-feira, 30 de abril de 2007

ilha das flores

O Youtube é maravilhoso. Encontrei agora o documentário Ilha das Flores, produzido em Porto Alegre em 1989.
Acho que Ilha das Flores é um dos documentários brasileiros mais conhecidos no meio dos professores.
Lembro que eu vivia exibindo esse filme para meus alunos da rede estadual, tanto aqui em Itapetininga como tb lá em Tatuí, na escola " Baráo de Suruí" (será que eles se lembram disso?).
Ilha das Flores tem uma linguagem ágil, irônica mesmo, chegando ao final a um cinismo desconcertante.
Afinal, a narrativa vai (re)construindo uma realidade cotidiana, que é o simples ato de comprar um tomate no supermercado, perseguindo a trajetória desse tomate até o mesmo se transformar em lixo doméstico e seguir caminho ao depósito de lixo de Porto Alegre, que fica na ilha chamada "das Flores".
O documentário desvenda a realidade que se esconde por trás desse acontecimento táo banal, fazendo surgir a triste vida das pessoas que vivem daquilo que nós, higiênicos espécimes da classe média capitalista, jogamos no lixo - no caso, um simples tomate.
O vídeo está dividido em duas partes.
Sáo apenas 13 minutos de duraçào.



Ilha das Flores - Parte 1:


Ilha das Flores - Parte 2:


Ficha Técnica

Ilha das Flores
País/Ano de produção:- Brasil, 1989
Duração/Gênero:- 13 min., documentário
Disponível em vídeo (na fita "Curta com os Gaúchos")
Direção de Jorge Furtado
Roteiro de Jorge Furtado
Elenco:- Ciça Reckziegel, Gozei Kitajima, Takehijo Suzuki.
Narração de Paulo José.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

guerra suja

The dirty war é um documentário feito por Mariusz Pilis e Marcin, como resultado de nove meses de estadia na Chechenia,um país que vive em estado de guerra já há 15 anos.

Os repórtes foram para a Chechenia após o massacre na
escola russa de Beslan, ocorrido no dia 1 de setembro de 2004.

O vídeo mostra uma Chechenia destruída, de casas em ruínas e vidas empobrecidas pela violência da guerra que se seguiu após a
invasáo russa em 1994.

Nos últimos anos, sob o comando de V. Putin, o exército vermelho fez ações de limpeza étnica na regiáo, promovendo a política da "terra arrasada", isto é, de explodir tudo por onde seus soldados passassem, fosse ponte, aldeia, escola, casa ou hospital.

Há muitos vídeos na internet registrando cenas da violëncia ocorrida na chechenia.

Refugiados chechenos hoje morando em França reclamam da total falta de solidariedade da ONU para com a questão chechena. A midia ocidental, dominada por grandes corporações, tb ignora quase completamente o genocídeo promovido pelo governo russo.

Desde o início do conflito, os chechenos organizaram uma forte resistëncia, a qual, com o passar dos anos, foi se transformando num pequeno exército de guerrilheiros, que se auto-intitulam "mujahidins", famosos por atos de coragem em batalha e de espetaculares açoes de sabotagem.

Hoje os guerrilheiros estáo isolados em pequenos e poucos grupos nas montanhas do cáucaso. Quase todos os seus 'mais importantes líderes já foram mortos pelo exército russo.

As vezes os guerrilheiros fazem novas ações espetaculares, cujo objetivo é sempre chamar a atençào para a causa que defendem.

A primeira a''cào desse tipo ocorreu em 23 de outubro de 2002, quando um comando checheno invadiu um
teatro em Moscou, fazendo centenas de pessoas e tendo como desfecho a morte de 169 pessoas, entre espectadores e guerrilheiros.

O acontecimento foi descrito pela mídia mundial como a''cào terrorista, e o truculento comportamento da polícia russa, nesse caso, foi justificado como necessário pelas autoridades políticas.

Após esse episódio, os guerrilheiros continuaram a fazer atividades de combate, principalmente sob a forma de armadilha e ações relämpago de assalto, levando grandes perdas para os russos. Mas só voltaram a chamar novamente a atençào do mundo quando invadiram a escola na cidade de Beslan.

Tenho um interesse muito grande pelo que ocorre na Chechenia graças ao computador e à internet.

É que em 1996, quando acessei pela primeira vez a internet, fiz meu cadastro no site da
Human Rights Watch e escolhi, náo sei bem porque, as news letters relativas ao conflito russo-checheno, que já estavam, entáo, há dois anos em guerra.

As notícias vinham em inglës, assinadas por uma certa Maria, cujo nome completo náo lembro.

Apesar do meu inglês macarrônico, consegui entender o suficiente para concluir que os russos estavam cometendo um grande crime contra uma naçào muito inferior militarmente.

Agora, vendo as cenas da guerra do Iraque na televisáo, constato que o mesmo crime está se repetindo, desta vez por mãos do capitalismo norte-americano.

Pobre povo muçulmano!
Pobre povo arábe!
Sáo duas potências a destruí-los!


quarta-feira, 25 de abril de 2007

imagens do cabeçalho

Que delícia!
Xéé!!! ... não sei não...

Rascunho caipira: cenas da vida comum (detalhe da ilustração de C. Ayres, in: Antonio Galvão Júnior, Itapetininga e sua história)


Crepusculário: pensamentos à noitinha.

Barraco Social Club: o lugar dos barraqueiros.


O nó das coisas

por aí toda a vida

Massa sovada: onde a massa vira pão

Cada um com seu problema

Silêêeenciooo!


Exercícios de guerra e artes verbais


Blog não é jornal

Casa da palavra



Varal da palavra








Hum?



Rapidinhas




pensamento (in)comum




Itapetininga antiga

Legenda original: Inauguração do Horto Florestal. Acervo do professor Mário Celso Rabelo Orsi. Idem para as demais.


Caçadores no Rio Itapetininga





Itapetininga, 1932: Corpo médico militar.



Itapetininga: Inauguração da Represa Nova



terça-feira, 24 de abril de 2007

dialogofonia itapetiningana

- TRIMMMMMMMMM!!!!

- OI!

- TUDO BOM?

- bOM SIM.

- VAI SAIR HJ A NOITE?

- VÔ SIM.

- POSSO IR JUNTO?

- PODE SIM. MAS PRA ONDE VC VAI MESMO?

- PRA EXPO-AGRO, É CLARO!

- AH ENTÁO NÁO POSSO TE LEVAR!

- UÉ?! PORQUE?

- POR QUE EU VOU PRA OUTRO LUGAR.

- UÉ?! PRA ONDE, DIACHO?

- VAMOS PRO SHOW DO SKANK.

- MAS O SHOW DO SKANK É NA EXPO-AGRO, seu desinformado.

- OPS!

Homenagem à "Graúna", do Henfil

No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...