Estou ouvindo...
meio atrasada, eu confesso,,, rs
Baby, eu cantava MEtal contra as nuvens nos dias que viraram tempestades. "Não sou escravo de ninguémNinguém senhor do meu domínioSei o que devo defenderE por valor eu tenhoE temo o que agora se desfazViajamos sete léguasPor entre abismos e florestasPor Deus nunca me vi tão sóé a própria fé o que destrói.Estes são dias desleais.Eu sou metal - raio, relâmpago e trovãoEu sou metal, eu sou o ouro em seu brazãoEu sou metal: me sabe o sopro do dragão.Reconheço meu pesar:Quando tudo é traição,O que venho encontraré a virtude em outras mãos.Mas minha terra é a terra que é minhaE sempre será minha terraTem a lua, tem estrelas e sempre terá.IIQuase acreditei na sua promessaE o que vejo é fome e destruiçãoPerdi a minha sela e a minha espadaPerdi o meu castelo e minha princesa.Quase acreditei, quase acrediteiE, por honra, se existir verdadeExistem os tolos e existe o ladrãoE há quem se alimente do que é roubo.Mas vou guardar o meu tesouroCaso você esteja mentindo.Olha o sopro do dragãoIIIÉ a verdade o que assombraO descaso que condena,A estupidez o que destróiEu vejo tudo que se foiE o que não existe maisTenho os sentidos já dormentes,O corpo quer, a alma entende.Esta é a terra-de-ninguémSei que devo resistir -Eu quero a espada em minhas mãos.Eu sou metal - raio, relâmpago e trovãoEu sou metal: eu sou o ouro em seu brazãoEu sou metal: me sabe o sopro do dragão.Não me entrego sem lutar -Tenho ainda coração.Não aprendi a me render:Que caia o inimigo então.IV- Tudo passa, tudo passaráE nossa história não estará pelo avessoAssim, sem final feliz.Teremos coisas bonitas pra contar.E até lá, vamos viverTemos muito ainda por fazer.Não olhe para trás -Apenas começamos.O mundo começa agora -Apenas começamos.
No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...
Estou ouvindo...
ResponderExcluirmeio atrasada, eu confesso,,, rs
ResponderExcluirBaby, eu cantava MEtal contra as nuvens nos dias que viraram tempestades.
ResponderExcluir"Não sou escravo de ninguém
Ninguém senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
é a própria fé o que destrói.
Estes são dias desleais.
Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brazão
Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar:
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
é a virtude em outras mãos.
Mas minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo.
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir -
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brazão
Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar -
Tenho ainda coração.
Não aprendi a me render:
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer.
Não olhe para trás -
Apenas começamos.
O mundo começa agora -
Apenas começamos.