terça-feira, 19 de dezembro de 2006

esse papa não é pop


O famoso versinho dos Engenheiros do Havai - "o papa é pop" - parece não se aplicar ao atual papa Bento XVI.
É que em julho passado, durante a sua visita à cidade de Valencia, na Espanha, para participar do Encontro Mundial da Família Cristã, Joseph Alois Ratzinger teve que enfrentar um corajoso movimento contra a sua pessoa.
O slogan do movimento era "jo no t´espere", algo como "eu não te espero" (vide imagem do logo ao lado), que conseguiu, segundo seus organizadores, agremiar mais de 13 mil internautas e mobilizar diversos cidadãos valencianos durante os dois meses e meio que durou o bafafá da visita do papa na terra espanhola.
Espalhado pela internet, o movimento "jo no t´espere" acabou produzindo uma rica quantidade de imagens e demais peças publicitárias com o objetivo de desmoralizar Bento XVI, mostrando-o como herdeiro da ideologia nazista.



Se vc ficou chocado com essa notícia, vai ficar ainda mais se clicar aqui e aqui e aqui...

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

já ouviu essa ?

Se até o ano 2000 o mundo não acabar
E eu estiver vivo na rua ou num bar
Eu vou pra sempre te esperar

Blues é assim, baby
Blues é assim
Blues é assim, baby
Blues é assim

Quando eu estiver velho, tarado e gagá
Com um copinho de cana eu vou lembrar
Do teu gingado, e os meus olhos vão brilhar

Blues é assim, baby
Blues é assim
Blues é assim, baby
Blues é assim

Mesmo que outras pessoas eu venha amar
E encontre com elas um pouco de paz
Eu vou pra sempre te esperar

Blues é assim, baby
Blues é assim
Blues é assim, baby
Blues é assim


(Blues do Ano 2000. Composição: Cazuza / George Israel / Nilo Romero)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

podre

Fala-se muito em corrupção. Ela existe em todo lugar e muitas vezes nem parece corrupção: ao contrário, muitos se gabam dos atos corruptos que praticam porque entendem praticarem atos de expertesa e náo de corrupção.

Assim, para ajudar a colocar um pouco de ordem nessa orgia ética que atinge todos nós, vai a seguir um interessante definição:


A palavra corrupção deriva do latim corruptus que, numa primeira acepção, significa quebrado em pedaços e numa segunda acepção, apodrecido, pútrido. Por onseguinte, o verbo corromper significa tornar pútrido, podre.

Numa definição ampla, corrupção política significa o uso ilegal - por parte de governantes, funcionários públicos e agentes privados - do poder político e financeiro de organismos ou agências governamentais com o objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para determinados indivíduos ou grupos de indivíduos ligados por quaisquer laços de interesse comum – como, por exemplo, negócios, localidade de moradia, etnia ou de fé religiosa.

Em toda as sociedades humanas existem pessoas que agem segundo as leis e normas
reconhecidas como legais do ponto de vista constitucional. No entanto, também existem pessoas que não reconhecem e desrespeitam essas leis e normas para obter benefício pessoal. Essas pessoas são conhecidas sob o nome comum de criminosos. No crime de corrupção política, os criminosos – ao invés de assassinatos, roubos e furtos - utilizam posições de poder estabelecidas no jogo político normal da sociedade para realizar atos ilegais contra a sociedade como um todo.

A corrupção ocorre não só através de crimes subsidiários como, por exemplo, os crimes de suborno (para o acesso ilegal ao dinheiro cobrado na forma de impostos, taxas e tributos) e do nepotismo (colocação de parentes e amigos aos cargos importantes na administração pública). O ato de um político se beneficiar de fundos públicos de uma maneira outra que a não prescrita em lei – isto é, através de seus salários - também é corrupção.

Um exemplo clássico de corrupção é utilização por um político de seu conhecimento e de seu poder de tomada de decisão sobre fundos públicos na realização de um investimento particular (ou de seus companheiros políticos) para a compra de terras baratas que ele sabe que irão se valorizar em função de obras (como estradas e avenidas) que ele – enquanto governante - sabe que o governo fará com dinheiro público.

Todos as tipos de governos são afetados por crimes de corrupção, desde uma
simples obtenção e dação de favores como acesso privilegiado a bens ou serviços
públicos em troca de amizade até o pagamento superfaturado de obras e serviços
públicos para empresas privadas em troca do retorno de um percentual do pagamento para o governante ou para o funcionário público (seja ele ou não seja
ele uma figura preposta do governante) que determina o pagamento.

O ato considerado crime de corrupção e o ato não considerado crime de corrupção podem variar em função das leis existentes e, portanto, depende do país em análise.
Por exemplo, obter ajuda financeira de empresários para uma campanha política é
um ato criminoso em países em que todos os valores gastos nas eleições necessariamente têm de vir de fundos públicos (de maneira a que grupos políticos
mais ricos não possam fazer valer a sua riqueza para o convencimento dos
eleitores em favor de suas teses). Em outros países, este ato de doação financeira pode ser considerado totalmente legal.

A corrupção política implica que as leis e as políticas de governo são usadas para
beneficiar os agentes econômicos corruptos (os que dão e os que recebem propinas) e não a população do país como um todo. A corrupção provoca distorções econômicas no setor público direcionando o investimento de áreas básicas como a educação, saúde e segurança para projetos em áreas em que as propinas e comissões são maiores, como a criação de estradas e usinas hidroelétricas. Além disso, a necessidade de esconder os negócios corruptos leva os agentes privados e públicos a aumentar a complexidade técnica desses projetos e, com isso, seu custo. Isto distorce ainda mais os investimentos. Por esta razão, a qualidade dos serviços overnamentais e da infraestrutura diminui. Em contrapartida, a corrupção aumenta as pressões
sobre o orçamento do governo. Em seguida, esta pressão se reflete sobre a sociedade com o aumento dos níveis de cobrança de impostos, taxas e tributos.
(extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Corrup%C3%A7%C3%A3o_pol%C3%ADtica)

terça-feira, 28 de novembro de 2006

pra vc ouvir, baby

http://www.hotmedia.com.br/zplayer/v25/zplayer.php?id=54

???????!!!!!!!!!!??????


No último dia 24, o reitor da Universidade Metodista de São Paulo, Davi Ferreira Barros, esteve em Itapeva para anunciar que não haverá vestibular para ingresso de novos alunos em 2007.
O reitor alegou que a faculdade de Itapeva estaria em "situação irregular" junto ao MEC, mas não especificou que tipo de irregularidade é essa.
A notícia caiu como uma pedra na cabeça dos professores, alunos e funcionários da Metodista de Itapeva.
Eu, que não estive presente à reunião, também me espantei com a notícia e com a justificativa apresentada.
Afinal, o MEC não tem agido com rigor nem com as faculdades que tiram seguidas notas "E" no provão. Então, porque proibiria justamente a Metodista de Itapeva em realizar vestibular para 2007, uma faculdade que vem dia a dia crescendo na sua infraestrutura e amadurecendo acadÊmicamente?


E mais: uma faculdade que superou todas as demais da região no último provão!


Outro motivo que causa estranhamento é que, até onde sei, a Metodista de Itapeva não é nem um pouco deficitária financeiramente, não oferecendo prejuízo algum à mantenedora em São Paulo.
É certo que a Metodista de Itapeva tem muito ainda a melhorar, como, aliás, todas as outras faculdades particulares e públicas.
Mas, daí dizer que não pode fazer vestibular para 2007 já são outros quinhentos.


Minha teoria conspiratória: a reitoria da Metodista de São Paulo foi pressionada por "forças ocultas" para fechar a unidade de Itapeva, beneficiando assim as faculdades concorrentes, do tipo daquelas que oferecem ensino à distância.

Será isso só imaginação fértil!!???



(na foto acima: alunos do Primeiro ano de Letras)

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

sete mandamentos para crimes banais

1. antecipe a ação.

2. tenha em mente que nada pode dar errado.

3. evite testemunhas, mas se elas forem inevitáveis, garanta que a sua versão seja a dominante.

4. execute com frieza.

5. gratifique os colaboradores.

6. certifique-se de que não deixou pistas.

7. dê o fora.

quinta-feira, 6 de julho de 2006

velocidade

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quarta-feira, 5 de julho de 2006

pensamentos para levar na bagagem

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com q acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas imcomparáveis."

"Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo: Nem ele me persegue, nem eu fujo dele. Um dia a gente se encontra."

"Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida!"

"Assim como falham as palavras qdo querem exprimir qualquer pensamento, assim falham os pensamentos qdo querem exprimir qualquer realidade."

"A amizade é uma virtude que muitos sabem que existe, alguns descobrem, mas poucos reconhecem."

"Quem ama não vê defeitos...Quem odeia não vê qualidades...MAs quem é amigo vê as duas coisas."

"Não podemos mudar o passado, abandonar dores ou desfrutar prazeres antigos, mas podemos mudar como o antes atua no agora."

"Não ande na minha frente,seus passos são mto largos, talvez eu não possa te acompanhar.Não ande atrás de mim,talvez eu não te enchergue e te deixe para tráz.Ande sempre ao meu lado, para que eu possa segurar nas tuas mãos e olhar nos fundos dos teus olhos, para caminharmos juntos na mesma direção."

"Empreste à todos seu ouvido, mas a sua PALAVRA somente à poucos."

(pensamentos encontrados na bagagem de Meire)

sábado, 1 de julho de 2006

·!¦[· AvISo aOs nAVegAntEs ·]¦!·

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

crimes das nações

A desculpa de Israel para a sua mais recente ofensiva militar pelos territórios da Faixa de Gaza e Palestina é a de que o exército israelense quer libertar um de seus soldados.

É uma '"ação anti-sequestro", dizem os porta-vozes dos militares.

Já bombardearam pontes, estradas, edifícios e uma importante central elétrica.

Cerca de 1 milhão de civis palestinos estào sendo diretamente prejudicados com a destruição da já precária infra-estrutura da região.

O número de mortos ainda não foi calculado.

O argumento do exército israelense foi considerado duvidoso até mesmo pelos representantes dos países do G8.

De fato: soldado é treinado e pago para matar ou morrer. Os civis não.

Muitas pessoas acham que Israel comete CRIME ao ordenar um ataque tão desproporcionalmente feroz sobre os palestinos, pois o sequestro de mais um soldado judeu não justifica a matança de milhares de palestinos.

Por isso, é que eu protesto contra Israel e EUA.

Não tenho nada contra as pessoas de Israel e EUA.

Mas sim contra seus governos, pois são governos assassinos.

Tenho certeza que muitos judeus e norte-americanos concordam comigo e também sào contra o que seus governos fazem.

O genocídio árabe-muçulmano é um dos maiores crimes que a humanidade está cometendo após o Holocausto judeu e provavelmente já o ultrapassou em número de mortos.

A matança de muçulmanos (tanto de árabes quanto de outras etnias próximas)
vem ocorrendo de forma sistemática e sempre crescente desde pelo menos o final da década de 1950, com a participação de Israel e EUA.

O Holocausto durou cerca de uma década, tendo seu auge nos primeiros 5 anos da década de 1940. Depois, acabou.

Mas a matança muçulmana não.

No holocausto muçulmano, não se mata com câmeras de gás, mas sim com aviões bombardeiros.

Os muçulmanos vivem mais do que um holocausto: é o próprio Apocalipse.


A Palestina, o Afeganistào, o Iraque e uma boa parte do Paquistão formam juntos um dos maiores campos de concentração a céu aberto no mundo (talvez coisa parecida tb exista na África, nào sei).

Americanos, israelenses e naçoes convidadas fazem regularmente ações de guerra nessas regiões. Gastam milhões de dólares em armamentos e defesa civil cujo valor, se fosse revertido para o bem estar daquela população, com certeza acabaria com qualquer motivo para guerrear.

Mas os EUA e Israel possuem as indústrias bélicas.

A guerra lhes rende dinheiro!! E exploda-se (literalmente) o mundo.

Em cenas diárias de tragédia na televisão, lá se vai a vida de milhares de muçulmanos, uma centena a cada dia.

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°º¤ø,¸¸,ø¤º°`°º¤ø,¸ Memória familiar °º¤ø,¸¸,ø¤º°`°º¤ø,¸


Meu avô era palestino. Ele já morava há muitos anos em Itapetininga quando a antiga Uniào Soviética invadiu o Afeganistão e tb quando o Iraque e o Irã estiveram em guerra. Ele não tinha parentes nesses países, mas se identificava com o seu povo, do mesmo ramo árabe.

Mas meu avô faleceu antes do Bush pai ordenar a invasão do Kuait, em 1992. Tenho certeza que ele também condenaria isso e seria hoje um dos mais contrários ao Bush filho.

Lembro de uma história de família, a respeito do último contato que meu avô teve com seus parentes na Palestina. Foi em 1974, quando a irmã de meu avô escreveu e conseguiu remeter de lá de onde estava refugiada, uma carta dando notícia de que ela e os demais parentes estavam morando em uma igreja, pois suas casas foram bombardeadas. Ainda hoje tem na casa de minha mãe fotografias antigas dos parentes palestinos de meu avô. Escaneei várias delas. Um dia com mais tempo, coloco algumas no blog.

Mais recentemente, alguns primos fizeram uma busca via internet de possíveis familiares dos Adas ainda existentes na Palestina e Síria. Parece que não foram feitos grandes sucessos. Tudo leva a crer que os Adas, familiares diretos de meu avô e residentes na Palestina e Síria não existem mais. E possívelmente não morreram por morte natural, mas sim por consequências da interminável guerra que assola aquela região e faz sofrer milhões de pessoas.

Meu avô dizia que a guerra do forte contra o fraco é a mais covarde das agressões.

Ele sempre lembrava que os mortos eram sempre os pobres, os sem escola e oprimidos. Ele não falava bem assim, com todas essas palavras, afinal, meu avô falava do português um pouco mais do essencial para se comunicar com as pessoas. A sua maneira peculiar de falar, misturando língua árabe com brasileira (= português do Brasil) o tornou muito popular em Itapetininga. Até existe uma rua com o nome de meu avô, que fica próxima às lojas de autopeças Zelito e Agapito. É uma rua bem estreita, não deve ter mais de duzentos metros ou dois quarteirões. Eu gosto muito dessa rua. O meu avô cabe inteiro nela.

Mas não é de meu avô que eu estava falando. E sim da atual campanha de bombardeios e matança que o exército de Israel está fazendo na Palestina e, pelo que li agora há pouco, também em uma região da Síria.

É que através dele eu aprendi a odiar a guerra. Embora e felizmente eu nunca tenha vivido uma guerra, graças as histórias de vida de meu avô eu a imaginei muitas vezes, em todo o seu horror.

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°o.O C.o° O °o. r °o.O r °o.O e °o.O n °o.O t O.o° e °o.O



Se vc conhece alguma pessoa NORTE-AMERICANA ou ISRAELENSE ou que tenha contato com pessoas dessas nacionalidades, converse a respeito do genocídio MUÇULMANO que está ocorrendo no Iraque, na Palestina, no Afeganistão, Paquistão e na Chechenia e 'diga para ela encaminhar mensagens a seus governos para que párem imediatamente com isso e que assumam o compromisso de REPARAR o povo muçulmano, dando-lhe a devida assistência humanitária, civil, educacional e conduzindo as pessoas sobreviventes dessa longuíssima guerra de modo a se lhes permitir o reagrupamento populacional e a sua reorganização social e política independente da interferêcia estrangeira.

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Links importantes:

Para uma reflexão sobre o papel da ONU:
http://juliosevero.blogspot.com/2005_02_01_juliosevero_archive.html

Para entender o conflito Israel x Palestina:
http://andorra.indymedia.org/news/2006/06/3647.php

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(¯`·._) Não concorde com a guerra que os EUA
querem impor agora ao Irã!!! (¯`·._)






as mãos

Homenagem à "Graúna", do Henfil

No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...