
A escrivanhinha e a cadeira do Gabinete do Prefeito de Itapetininga.
Um encontro entre dois candidatos bem falantes. Amaury, que já é vereador e tenta a reeleição e Marcos Mota, radialista e apresentador de programa na TV a cabo.
Encostado no balcão, meu aluno e também candidato, o João. Também esperando a vez de gravar. Sentando, com a paciência que Deus lhe deu, o Lalo, que teve um sábado correndo para um lado e para o outro para atender os quase 60 vereadores que foram ao estúdio para fazer novas gravações.
Nice do Postinho esperando sua vez de gravar. Ela ficou indignada com a censura feita pelo André Marques ao seu texto. "Porque é que eu não posso criticar o adversário?? Ele tá metendo o pau no nosso prefeito, falando mentiras e mais mentiras!! E eu não posso criticar, responder com a verdade??" Não foi fácil convencê-la de que a linha que estamos adotando na campanha não permite que nossos candidatos respondam às críticas dos adversários. Sinceramente, nem eu mesmo as vezes me contenho e tenho uma baita vontade de falar umas poucas e boas para os nossos adversários. Mas, enfim, a ordem é não retrucar. E ordens são ordens.
O eloquente candidato a vereador Marco Mota. Ao perceber que eu estava fotografando, fez questão de dizer para mim: "Registre aí também que hoje, dia 30 de agosto de 2008, eu ouvi Deus me dizer que vou ganhar uma cadeira na Câmara dos Vereadores! Hoje eu entendi isso, pode escrever. Eu ouvi um sinal de Deus." Então, fica aqui registrado.No final da década de 1970, eu era apenas um adolescente curioso quando, por acaso, frequentando a banca de jornais da rodoviária de Itapeti...